In 15 Jahren Sprachschule haben sich viele Studentenmeinungen zu unseren Italienischkursen, unseren Italienisch Lehrern, organisierten Ausflügen, kulturellen Events, unseren Appartements, Ferienwohnungen, dem Städtchen Tropea und der Region Kalabrien angesammelt. Einige dieser Testimonianzen haben wir hier nun für Sie aufgelistet. Darunter befinden sich auch lustige Stories und Geschichten unserer kreativen Sprachkurs Teilnehmer.
Das Echo und die Berichte sollen wiederholt die Professionalität unserer Italienisch Sprachschule unterstreichen!
Viel Spass beim Lesen wünscht das Team
der Piccola Università Italiana - Die Italienisch Sprachschule am Meer
ITALIAN LANGUAGE COURSE with family
Tanti Saluti dall’Irlanda (dove la pioggia non si mai ferma). Thomas
Please forgive me for writing in English, but I must still work some more on my Italian to be able to express myself better.
I want to reiterate again how much I enjoyed the course, the ambience of the school and the classes with the teachers who were truly great (and to whom I must still write in Italian). Needless to say it would not have been like this if it was not for your and Antonio’s complete involvement in the affairs of the school and those of the students.
Thank you both again. It is incredible how quickly holidays moments erase themselves from memory. After nearly two weeks at work the time spent in Tropea seems like a distant past now. I think that Irish weather contributes to the post-holiday blues. Since we’ve been back it has been raining a lot and the temperature does not go beyond 15-16 degrees. I have not yet revisited my notes taken during the classes but I promised myself to do so fairly soon and definitely to continue studying Italian at the Italian Cultural Institute in Dublin.
I do not think I really mentioned to you how much we liked the apartment where we were staying. Its spaciousness combined with the spectacular view and lovely pieces of original furniture and wall decorations all enhanced the true Italian living experience at its best. I attach few photo impressions on the subject. I think that just a view from your kitchen window can be beautiful – in Tropea! Please give our best regards to Antonio!
Greetings from Anna, Aleksandra and Thomas
Num discreto largo no centro de Tropea, tocamos à campainha para que nos abram a porta. Com bastante força empurramos uma pesada porta de madeira pintada de verde e entramos numa escola invulgar, toda caiada de branco para evitar a entrada de calor, com varandas, terraço, inúmeras salas e muitos cantos por descobrir. À medida que o tempo passa estamos mais próximos e apercebermo-nos de todos os pormenores que a tornam única. A Piccola Università Italiana abriu as suas portas ao público em 1993 e mais tarde foi reconhecida pelo Ministério da Educação Italiano como uma escola oficial de língua italiana.
Comecei por ter aulas na sala número um, onde para se chegar tínhamos forçosamente de passar pela sala número dois. Muitas vezes, ao chegar atrasado à escola, para entrar na minha sala tinha de interromper a aula da sala número dois... Desfazia-me em desculpas, passava "discretamente" e a professora invariavelmente dizia - non preocuparti, non preocuparti... A minha sala, como aliás toda a escola, estava toda caiada de branco, num estilo antigo muito elegante. As paredes eram altas e no tecto, a partir da ventoinha que estava ao centro, desenhavam-se abóbadas. A primeira aula do dia, das nove às onze horas, era de gramática e a seguinte era exclusivamente dedicada à oralidade. Note-se, em primeiro lugar, que as aulas tinham no máximo seis alunos, cada qual com a sua pequenina mesa redonda de mármore, sentados em forma de semi círculo à frente da professora. O calor que se fazia sentir logo pela manhã obrigava-nos a abrir as janelas que davam para uma das ruas mais movimentadas de Tropea. Enquanto falavam as simpáticas Filomena e Michaela, jovens professoras de italiano, por vezes o barulho da rua impedia-nos de ouvir e compreender o que diziam. Eu não me importava porque achava que isso fazia parte do ambiente descontraído e informal que vivíamos na aula. Logo pelas nove horas ouviam-se os comerciantes a cumprimentarem-se, o barulho dos estores que levantavam para abrir os seus negozi, o conversar entre os vizinhos, o ladrar do cão branco na varanda da casa em frente, o tocar dos telemóveis das pessoas, o buzinar dos motorinos Piaggio que insistiam em querer passar... Há vida em Tropea. E essa vida sente-se. Está ali mesmo ao nosso lado. Tudo isto faz com que as aulas sejam autênticas. Além disto, a proximidade entre os alunos e a professora é o primeiro passo para que se converse muito, num ambiente familiar e descontraído, mas ao mesmo tempo muito enriquecedor. Não se sente o tempo passar, mesmo quando o nosso colega tenta contar com dificuldade uma história durante largos minutos, da qual já perdemos o fio à meada. Isto porque - è più dificcile ascoltare che parlare. Temas interessantes e diversos foram discutidos nas várias aulas de conversazioni, tais como: i gesti italiani, la cucina italiana, la moda, il cinema, le superstizioni (este não tão interessante quanto a mim), il corpo umano, la medicina alternativa, la famiglia, l'oroscopo, gli uomini e le donne, il miracolo di San Gennaro, dai dialetti all'italiano, entre outros. A discussão destes temas permitia aos alunos trocarem opiniões, comparando os hábitos dos italianos com os dos seus países de origem. As diferentes idades, as várias origens e a vontade de partilhar ideias era o tónico, o ponto de partida para uma divertida e interessante conversa. O ritmo das aulas não era só marcado pela professora, os alunos também podiam sugerir temas de conversa, levantar aspectos de gramática que queriam ver esclarecidos... Podiam mesmo contar a história de um filme, de um sucesso ou insucesso na vida, calmamente, durante o tempo quisessem... Nessuno ci corri dietro...
Uma vez que todas as semanas chegavam e partiam alunos, os grupos sofriam alterações e por vezes mudavam de sala. Se a princípio fiquei triste quando percebi que na terceira semana ia mudar de professoras, rapidamente mudei o meu estado de espírito quando percebi que se tratava de pessoas igualmente simpáticas - Barbara e Margarita. Esta foi mais uma lição. Por vezes, agarramo-nos àquilo que já conhecemos e hesitamos em partir mais além, na direcção do desconhecido. Todas as pessoas têm algo para de novo para nos dizer, por uma razão muito simples - porque viveram uma vida diferente da nossa. Vale a pena conhecer.
Assim, na segunda semana parti à descoberta da parte mais alta da escola (mais umas escadinhas!) e na terceira semana mudei de professoras. Numa outra parte da escola existem mais salas cujas varandas têm vista para o largo por onde se entra. Daí podemos avistar a vizinha à janela, o gato no seu parapeito, o regar das flores dos terraços e das varandas...
Para completar a descrição da escola falta-me falar de um ponto muito importante. A amabilidade com que fui recebido pelo director da escola, Antonio, pela sua mulher, Simone, e ainda pela secretária Daniela, não se pode esquecer facilmente. Para mim este foi um ponto decisivo na eleição da melhor escola de línguas que jamais frequentei. Ao contrário de muitas outras escolas de línguas, onde dada a quantidade de alunos "ninguém conhece ninguém", aqui as pessoas mostram simpatia e vontade de conhecer. Sobretudo no decorrer dos primeiros dias, Simone perguntou-me se eu estava a gostar, se o apartamento era do meu agrado, se estava tudo a funcionar (tudo menos a água do chuveiro!)... Demonstrou ser uma pessoa muito atenciosa e ao mesmo tempo divertida - Zé, ti piace Tropea? E não se pense que por estarmos em Itália reina a confusão nesta escola! Não, muito pelo contrário, no final de cada semana era entregue um diploma àqueles que partiam e na segunda-feira seguinte, depois de um teste de avaliação de conhecimentos de italiano, obviamente para os recém chegados, eram afixadas as turmas e os horários. Além disto, a escola organizava semanalmente excursões e programas para os alunos da escola. Destaco aqui a visita guiada pelas ruas de Tropea, a excursão ao Castelo de Vibo, ao Castelo de Pizzo, alle Isole Eolie o Lipari, à Sicília e ainda o passeio de barco até ao Capo Vaticano. Existem ainda muitas outras actividades organizadas pela escola, como por exemplo: serões de cinema italiano, degustação de produtos típicos da Calábria, passeios a cavalo, passeios de bicicleta... Todos os dias há uma actividade programada para a parte da tarde e uma outra ao cair da noite. Por último, já que estou a falar sobre o que a escola tem para nos oferecer, posso ainda dizer que tem uma pequena sala com dois computadores ligados à Internet e ainda uma pequena biblioteca de livros italianos, alguns para consulta, outros para venda.
José Maria Gomes Morais Sardinh
Er sollte im Sommer stattfinden, damit Ulli, während ich lerne, die Sonne, den Strand und den Cappuccino genießen kann. Über das Reiseziel wurden wir uns schnell einig, als wir erfuhren, dass Tropea "die Perle" Kalabriens ist. Ulli meldete mich für eine Woche an der Piccola Università Italiana an und so fuhren wir in unserem Urlaub gen Süden.
In das mittelalterliche Städtchen Tropea verliebten wir uns sofort. Ebenso hatte es mir vom ersten Augenblick an die Piccola Università Italiana im Zentrum Tropeas angetan. Während Ulli den Vormittag in der Hängematte beim Lesen verbrachte, war ich vier Stunden im Unterricht. Alle waren sehr nett. Unser Kurs mit fünf Teilnehmern wurde schnell zu einem Freundeskreis. Dennoch hatte ich anfangs große Mühe, italienischer Konversation zu folgen und mich einzubringen. Ich hatte zwar Grundkenntnisse, was Grammatik und Wortschatz betraf, aber vorher keinerlei Möglichkeit gehabt, Gespräche zu führen. Umso größer war die Freude im Laufe der Woche, als ich immer mehr Zusammenhänge mitbekam und nicht mehr nur einzelne Wörter verstand.
Als die Woche zu Ende war, war ich ein wenig traurig, dass alles so schnell vorbei war. Doch mein Ulli schlug vor, einfach eine zweite Woche dran zu hängen. Das habe ich mit Begeisterung gemacht. Jetzt war ich richtig in Übung und habe vom Unterricht viel profitieren können. Meine Scheu vor dem freien Sprechen wurde geringer und es hat mich sehr gefreut, als Filomena, unsere Lehrerin am letzten Tag zu mir sagte: „Franziska, hai fatto grandi progressi".
Es war für uns Beide ein sehr gelungener Urlaub, vor allem, weil wir so viele neue Freunde kennen gelernt haben und auch Ulli, obwohl er nicht am Kurs an der Piccola Università Italiana teilnahm, so gastfreundlich aufgenommen wurde und sich ebenfalls wie ich gleich integriert gefühlt hat. Wir wollen bald wieder kommen.
Danke für alles, für vieles, was ich noch gar nicht erwähnt habe, da mein kleiner Bericht sonst zu lang werden könnte.
Franziska Hammer
Ali Motakefi
Svezia
Wie schnell doch die Zeit vergeht! Vier Wochen bin ich nun schon wieder in München und in der Arbeit, denke aber immer noch oft an die Zeit mit Euch in Tropea zurück.
Mein Arbeit hat mich gleich nach der Rückkunft wieder ziemlich in Beschlag genommen, aber ich konnte trotzdem meine verbesserten Italienisch-Kenntnisse schon nutzen, da ich zwischenzeitlich schon wieder zweimal dienstlich nach Mailand durfte.
Da ich inzwischen auch meine Dias entwickelt, gesichtet und teilweise gescannt habe, möchte Euch bei dieser Gelegenheit auch noch ein paar Bilder zukommen lassen. (Die Auflösung der Bilder ist etwas reduziert - bei Bedarf gibts auch gerne die volle Auflösung)
Nun wünsche Ich Euch alles Gute und weiterhin viele Studenten für Eure Schule. War echt eine schöne Zeit und ich habe viel gelernt (auch wenn ich jetzt in Deutsch schreibe - geht halt doch noch schneller).
Michael Aschauer
In diesem Sinne haben wir uns bereits für den Herbst 2008 angemeldet ...
Was hat uns nun am besten gefallen bei euch in Tropea? Wenn ich einen Moment überlegen muss, so liegt das nicht daran, dass ich darüber nachdenken müsste, was uns gefallen hat. Vielmehr muss ich einen Moment darüber nachdenken, wo ich anfangen soll.
Neben den wirklich guten Sprachkursen ist es wohl die familiäre Atmosphäre der Schule, die den Aufenthalt in Tropea zu einem unvergesslichen Erlebnis macht. Meine Tochter Stefanie hat sich vom ersten Tag an in Tropea wohlgefühlt. Während der gesamten zwei Wochen hatte sie kein Heimweh. Aber seit wir wieder zu Hause sind, hat sie Fernweh - nach Tropea ...
Die Stadtführung mit Emilia hat uns sehr gut gefallen und war auch recht informativ. Die Klavierabende in der Schule, verbunden mit den kulinarischen Kostproben aus Kalabrien waren ohne Zweifel ein Highlight. Un dann natürlich der Freitagabend: ein gemütliches gemeinsames Abendessen und dann noch das gemeinsame "Schmettern" der Top-80 der italienischen Allzeit-Hitparade nach einigen Gläschen Wein.
Ein besonderes Erlebnis für mich war der Ausflug mit Enzo nach Locri und Gerace. Neben diesen wirklich interessanten Orten war es gerade auch die sympathische Art von Enzo, die diesen Tag wie im Flug vergehen ließ - un evento imperdibile!! Offensichtlich kennt Enzo "tutta la gente" in Calabria! Am Sonntag dann der Ausflug zu den "isole Eolie" mit einem Bad im Meer am Strand des Stromboli. Ein toller Tag in einer recht großen Gruppe von Studenten der piccola università!
Das Beste zum Schluss: die Fahrt mit Antonio in seinem Motorboot entlang der Küste von Tropea bis Capo Vaticano / Joppolo mit einem Bad im Meer an einer der schönsten Stellen.
Liebe Simone, lieber Antonio, welcher Nur-Turist bekommt schon solch ein Programm geboten? Ihr seid wirklich Spitze!
Wenn ihr eine neue Internet-Seite einrichten wollt, dann fänden wir es toll, wenn es dort ein Gästebuch und ein Forum geben würde, in dem sich Interessierte treffen und austauschen könnten.
Darüber hinaus fände ich es toll, wenn es eine Art "schwarzes Brett" für internationale Brieffreundschaften geben könnte. Sicherlich gibt es auch in Süditalien manche(n) Italiener(in), der/die Spaß hätte, die deutsche Sprache zu lernen. Über den Weg einer zweisprachigen Brieffreundschaft per email könnte man eine Art privaten "Tandem-Kurs" begründen, der beiden Seiten die Möglichkeit gibt, die jeweilige Fremdsprache zu üben. Ich suche noch italienische Brieffreunde, speziell aus Süditalien!
Viele Grüße aus Bonn an das gesamte Team
Helmut Klein + Familie
volendo perfezionare la mia conoscenza della lingua italiana sono andata a Tropea. Ho trovato una scuola ben' organizzata, insegnanti non solo simpatici, ma anche di una scienza profonda! L'ipotetico mi facevo girare la testa per molte ore...
I primi giorni qui a casa sono stati abbastanza movimentati. Sono venuti tutti i miei amici e colleghi. Naturalmente ho dovuto raccontare utto sul mio soggirno nella scuola. Potevo fare nietaltro che battere la grancassa della propaganda.
Insomma,il corso è stato un sucesso per me e mi è piaciuto molto.
Auguri di ogni bene a tutti della Piccola Università Italiana
Irmgard Rädisch
Dunkle Wolken zieren den sonst so tadellos blauen Himmel. Ein Maler oder ein Fotokünstler könnte sich kein besseres Motiv wünschen. Es ist Samstag und ich verlasse um 07:30 Uhr mein "appartamento" in der "Via Pentite". Noch ist es ruhig in den Geschäftsstraßen Tropeas. Tüchtige säubern den Platz vor ihren Geschäften und kommunizieren miteinander; man kann glauben, ein neuer Tag erwacht!
Auf der "Piazza canone" ist Treffpunkt für unsere Reise nach Sizilien. "Bon Giorno" rufe ich den überpünktlichen Schweizer "Ragazze" zu. Wie wir alle wissen, tragen die Süditaliener keine Uhren und so haben wir noch Zeit, einen guten Espresso zu trinken.
Enzo, "la guida culturale" trifft mit dem Kleinbus ein. Alle Exkursionsteilnehmer, die sich bereits von allen Himmelsrichtungen her eingefunden haben, winken ihm zu. Wir sind bester Laune und freuen uns auf diesen Tag. Nun trifft auch der 2. Minibus, gefahren von Matteo, mit Hupton ein.
Als einzige Österreicherin finde ich mit 4 Schweizerinnen, einer Engländerin und zwei deutschen Landsleuten Platz im Bus von Enzo. Gemeinsam starten wir unseren Ausflug entlang der Panoramastraße Richtung Capo Vaticano.
Das Meer spiegelt die ziehenden Wolkenfelder am Himmel und die Wetterlage wirkt unruhig. Enzo gibt seine Musik-CD mit tollen italienischen Liedern in den CD-Player. Den Vorabend hatten wir bereits in Begleitung eines Gitarrenspielers mit Singen und typisch italienischen Liedern verbracht. Noch sind viele Texte in unseren Köpfen wach. Während einige Teilnehmer ihren nächtlichen Schlaf in der letzten Busreihe nachholen, trällern wir in den ersten 2 Reihen lautstark die Lieder, die aus Enzo's Munde erklingen, nach.
Stimmungsvoll reisen wir durch diese schöne Landschaft mit Blick Richtung Sizilien. Bei der Mautkasse blickt voller Staunen eine Dame Enzo entgegen und frage: "Tutte donne?" Aus der letzten Reihe wurde aus dem schlafenden Ernst ein quicklebendiger "Ernesto", der sofort nach vorne rief: "Ci sono anch'io!!!" Ein Lachen erfüllte den Bus :-)
Die Fähre nach Messina wartet bereits auf uns. Unglaublich, wie viele Fahrzeuge dieses Schiff "verschluckt". Auf Deck genießen wir den Fahrtwind, das azurblaue Meer, das von den kreuzenden Schiffen die Farbe in verschieden Blautöne wechselt und mich verzaubert. Augenblicklich sind wir in Messina angekommen.
An der Autobahnstation hatte ich für Enzo ein Windfähnchen in den sizilianischen Farben "rosso e giallo" erworben, damit wir ihn nicht verlieren. Wer mein Heimatland Österreich, und im Besonderen Salzburg, kennt, weiß, dass jeder Fremdenführer mit einem Regenschirm "bewaffnet" ist..... daher auch das Fähnchen :-)
Versteckt, spielerisch bringt uns Enzo seine große Leidenschaft, die Architektur am Beispiel des Kirchenbaus, der Gallerien, der Villen in Messina mit viel Wissen näher.
Ein Höhepunkt war um 12:00 Uhr "mezzogiorno" als der Glockenturm mit brüllendem, in Gold glänzenden Löwen und kickericki-schreienden Hahn gefolgt von einem herzbewegenden "Ave-Maria", das die beste "granita" schmelzen lässt.
Gestärkt mit einem üppigen Mittagessen in Taormina stellten wir die Akkustik im griechischen Theater mit unserem Gesang "Azzurro"... auf die Probe.... sogar der Etna verzog sich hinter die Wolken ;-)
Bei der Stadtführung durch Taormina wurde durch Enzo unser Wissen über die historischen Schönheiten erweitert. Kurze Zeit blieb noch für einen Blick in die schmalen Gassen mit bezaubernden Blumenschmuck auf den Balkonen, sizilianisches "gelato" und "dolci", sowie ein treffendes Foto von Matteo als "modello" vor dem Schaufenster der neuestenPariser Wintermode....
Nicht nur die Fotografen kamen wieder mit einem fantastischen Ausblick auf diese schöne Insel, eingebettet in glasklarem Meer, auf ihre Kosten, sondern alle, die Augen und Herz öffnen!
Che bella giornata insieme!!!
Lolitha Kroh
Ho fatto in fretta a dimenticare la lingua italiana, cosi come l'Italia, dove sono stata qualche anno. Questo paese irradiava tanta energia e bellezza da operare in me, meravigliose trasformazioni: in un attimo mi riempiva di felicità, sicurezza e forza. Il viaggio successivo è stato un esperimento molto preciso: volevo verificare se questo viaggio sarebbe stato così come quello di prima!
Pazienza e avventura
Per prima cosa si è chiarito che per trovare corsi adatti di lingua italiana, in Italia, non è così facile come sembra. Tutti i centri che conosco sono situati in posti "scomodi": Perugia, Siena, Firenze - città di una straordinaria bellezza, perle dell'Italia: in Toscana, dove parlano L'italiano classico, vicino peró non c'è il mare. Inoltre a Firenze di propongono corsi molto seri e lunghi e io volevo anche riposarmi (fare una vacanza).
L'alternativa ottima si è trovata in Calabria. Un piccolo antico paese "Tropea" che si trova sulla riva del Mar Tirreno, dove c'è una piccola scuola: Caffè Italiano Club.
Anche se io non avevo unÄidea di chescuola fosse, come arrivarci e cosa si può fare oltre agli studi. "Calabria" magica parola ha fatto il suo dovere. Io ho visto che mare c'è li: tutto trasparente e azzurro. Questo ho visto sul dèpliant, ma in verità è più bello... In Calabria non ci sono grande città il resto piccoli paesi e villaggi che si intravedno sulle coste, come Tropea, Scilla e Pizzo, oppure in montagna, come Vibo Valentia e Gerace. Queste probabilmente le più importqanti curiosità della Calabria, d'estate soffocati di turisti. Certo, ogni città ha la sua caratteristica, ma in molte cose sono simili come Tropea con la fortezza normanna, in questo stile è anche la cattedrale, le vie strette, le lanterne, case del XVI - XVII secolo con facciate che sone vere opere d'arte.
Sullo sfondo uno spaccato di vita quotidiana - vivaci secene sui balconi con geranei fioriti, una signora, che lavora ai ferri, e un signore che fuma parlando con il suo vicino, biancheria stesa e bandiere colorate con la parola "Mip" cioè "Pace" (La guerra in Iraq è finita, ma le bandiere ancora sono appese....).
Degli stranieri arrivati in Calabria la maggior parte sono Tedesci e Svizzeri. I Russi da queste parti non sono ancora arrivati. La qualcosa da una parte è bene, ma dall'altra - bisogna che si preparano per quello che le pratiche die documenti e la strada richiedono di tempo e pazienza.
All'inizio bisogna "vincere" l'ambasciata: la prima volta quasi nessuno riesce a ottenere i documenti (ecco quando ti dispiace che non puoi sbrigar le pratiche attraverso l'agenzia! Puntualmente manca qualcosa. Nel mio caso la scuola non ha scritto nell'invito dove abiteró nel periodo di studio. Poi vi aspetta la lunga strada: 3,5 fino a Roma in aereo, 6-7 ore in treno fino a Lamezia dove ti aspetta il responsabile della scuola e poi mezzora fino a Tropea. Del resto a Lamezia c'è un aereoporto, quindi da Roma si può volare senza perdere tutto questo tempo: l'aereo non è un pendlino, di questi treni in Europa tra poco non ce ne saranno più.
Club degli allegri e sapienti!
L'Italia certamente non è la Francia però anche li si potrebbe andare con qualche conoscenza della lingua, in modo particolare, se viaggiate da soli. Oppure vi state preperando per i corsi di breve durate (2-3 settimane). Veramente come si è chiarito a scuola la maggioranza studia l'italiano per proprio piacere, senza avere qualche scopo e quando è così il risultato non è cosi importante. Ad esempio c'era al Caffè Italiano Club una studentessa di 75 anni. Kitti dell'Australia. Suo padre tanto tempo fa è emigrato dall'Italia, però non ha voluto insegnare ai bambini la lingua famigliare, ma l'anima italiana, come dice Kitti: sempre riempiva la casa di desiderio di imparare la lingua die suoi antenati. E finalmente il desiderio si è avverato: in due settimane Kitti si è spostata da zero fino aimparare a dire qualche facile frase. Arrivata a questo punto lei non pensava di fermarsi, infatti con la sua amica Meri hano pensato di studiare la lingua in altri paesi e scuole d'Italia. Come dappertutto la maggior parte degli ascoltatori vengono dai paesi d'Europa più vicini. Vengono sia per studiare che per riposarsi al mare. Tutti dicono che la stagione più bella per viaggiare è la Primavera ((marzo a maggio) oppure in autunno quando il sole già (o ancora) riscalda il mare è ancora caldo. Io ad esempio vevo paura prima di studiare, però adesso sono contenta perchè nel mio gruppo ci sono soltanto 4 persone. In altri questo lo potevano chiamare mini-gruppo e potevano prendere il doppio die soldi. Io sono stata molto fortunata anche in un'altra cosa: il mio gruppo era un gruppo internazionale della scuola. Con me studiavano: l'olondese Arno, lo Svizzero Peter e Meri dell'Inghilterra, che si è trasferita in Austrialia.
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